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08 de dezembro, 2025
Mito. Os carros elétricos são projetados com rigorosos sistemas de proteção, capazes de isolar completamente os componentes de alta voltagem. As baterias ficam lacradas em invólucros selados, impedindo qualquer contato externo, mesmo em situações como submersão ou colisões moderadas.
Para que um choque aconteça, seria necessário acessar áreas internas contendo cabos de alta tensão, algo impossível em condições normais de uso. Na prática, o risco é tão baixo que se compara a eventos extremamente improváveis do cotidiano.
Mito. Carregar carros elétricos durante a chuva é totalmente seguro. O cabo de recarga só recebe energia após um protocolo de comunicação entre o veículo e o carregador, gerando isolamento total antes de iniciar o fluxo elétrico. Isso significa que o sistema permanece desenergizado até que todos os parâmetros de segurança sejam validados. O mesmo vale no momento de desconectar o cabo.
Mito. Diferentemente de baterias antigas de notebooks e celulares, as baterias de íon de lítio usadas nos carros elétricos têm alta durabilidade e não ficam viciadas. A perda de autonomia ocorre gradualmente após centenas de ciclos de carga. Na prática, operar o veículo entre 20% e 80% de carga prolonga a vida útil. Mesmo após 8 anos, a maioria das baterias mantém cerca de 70% da autonomia original, o que ainda reflete em excelente desempenho no uso diário.
Mito. Um dos maiores atrativos dos carros elétricos é justamente o baixo custo de manutenção. Sem itens como óleo, velas, correias ou sistemas complexos de exaustão, o número de peças sujeitas ao desgaste diminui drasticamente. Além disso, revisões costumam ser mais baratas quando comparadas às de modelos equivalentes a combustão. No longo prazo, a economia pode ser expressiva.
Mito. Os veículos elétricos possuem componentes de alta voltagem com proteção IP67 ou IP68, o que oferece resistência à poeira e à imersão temporária em água. Isso significa que eles podem atravessar áreas alagadas com segurança semelhante (ou até superior) à dos veículos a combustão. A vedação das baterias e dos cabos impede qualquer risco de curto-circuito nesses cenários.
Mito. Assim como ocorre em qualquer veículo, é possível que haja uma leve perda de eficiência após longos períodos de inatividade, mas isso não é exclusivo dos carros elétricos. Para quem planeja deixar o carro parado por meses, a recomendação é mantê-lo com cerca de 60% de carga. No uso normal, a bateria não se desgasta simplesmente por estar estacionada.
Verdade, mas com ressalvas. Em colisões extremamente graves, há sim uma chance de explosão, assim como ocorre com o tanque de combustível em carros convencionais. No entanto, os carros elétricos contam com estruturas reforçadas, sistemas de desligamento automático e invólucros projetados para absorver impactos, minimizando o risco ao máximo.
Tem outras dúvidas sobre os elétricos que não foram esclarecidas neste texto?
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